Olá pessoal acordei, estou passando por uma grande prestação de contas parcial de convênios (estadual) e outros antigos que tenho para preparar projetos, e estou sozinho, mais vai dar tudo certo.
Quanto ao blog, nunca participei de um, mais vou tentar com a minha ignorancia ajudar em alguma coisa e aproveitar pedir ajuda.
Justificativa Sinônimo de local isolado, formado por escravos negros fugidos, é a primeira ideia que vem à mente quando se pensa em quilombo. Esta visão consagrada pela “história oficial” permanece incrustada no senso comum, que ocasiona, mesmo passados mais de cem anos do fim da escravidão no País, tamanho espanto quando se fala sobre comunidades quilombolas existentes, conhecidas como “comunidades remanescentes de quilombos”. Fruto da luta do movimento negro, a questão quilombola passou a fazer parte da agenda das políticas públicas principalmente com a promulgação da Constituição Federal de 1988, que em seu Artigo 68 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT) diz: “Aos remanescentes das comunidades dos quilombos que estejam ocupando suas terras é reconhecida a propriedade definitiva, devendo o Estado emitir-lhes os respectivos títulos.”. A publicação desta redação promoveu um acalorado debate sobre o conceito de remanescente de quilombo, o que levou a Associação Brasileira de Antropologia (ABA) a divulgar, em 1994, um documento elaborado pelo Grupo de Trabalho sobre Comunidades Negras Rurais em que se define o termo “remanescente de quilombo” da seguinte forma: “Contemporaneamente, portanto, o termo não se refere a resíduos ou resquícios arqueológicos de ocupação temporal ou de comprovação biológica. Também não se trata de grupos isolados ou de uma população estritamente homogênea. Da mesma forma nem sempre foram constituídos a partir de movimentos insurrecionais ou rebelados, mas, sobretudo, consistem em grupos de desenvolveram práticas de resistência na manutenção e reprodução de seus modos de vida característicos num determinado lugar.” Assim, pode-se dizer que comunidades remanescentes de quilombo são grupos sociais cuja identidade étnica os distingue do restante da sociedade, como pode ser observado em algumas delas que há um linguajar diferenciado, usado somente naquela localidade. Historicamente, as comunidades remanescentes de quilombo passaram por um processo de marginalização e exclusão social, ficando o Estado ausente de suas funções. Neste contexto se incluem as comunidades remanescentes de quilombos “Cariacá” e “Cabeça de Vaca”, situadas na zona rural do município de Senhor do Bonfim a 376 km de Salvador – BA. As 50 famílias das duas comunidades são descendentes de escravos que trabalhavam no garimpo de ouro e pedras preciosas de Jacobina. O processo histórico de marginalização pode ser constatado no alto índice de analfabetismo, baixo grau de escolaridade e de renda per capita da comunidade. Neste sentido, as ações do Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT) vem de encontro com as necessidades das comunidades “Cariacá” e “Cabeça de Vaca” através da transferência de recursos orçamentários e financeiros para a implantação de Centros de Acesso a Tecnologia (CATIS) e outras formas de contribuir para a efetiva difusão da ciência e na implementação de ferramentas de informática. É vital, no mundo moderno, usufruir das oportunidades que as tecnologias de informação e comunicação têm a oferecer para promover o desenvolvimento econômico, social e cultural. Faz-se necessária a transposição da enorme distância que existe entre aqueles que têm acesso aos benefícios do uso das tecnologias de informação e comunicação dos que não tem a acesso a esses recursos e todas as demais oportunidades que dele se originam. Essa é uma das muitas missões do MCT: concretizar a oferta dos meios, instrumentos e facilidades para que a população excluída participe efetivamente do processo de inclusão social, objetivando a redução das desigualdades regionais verificadas ao longo do território nacional, bem como a melhoria da qualidade de vida da população, através da difusão e a apropriação do conhecimento pela comunidades.
Oi minina tudo bem? Com relação a sua justificativa, sugiro exemplifique como essa ação vai beneficiar as comunidades. Vou levar tecnologia de informação e comunicação para a comunidade tal...isso vai proporcionar inserção social...(como), que impacto isso vai trazer com relação ao analfabetismo, baixa escolaridade, melhoria da renda per capta etc... Grande abraço!
Oi minina tudo bem? Com relação a sua justificativa, sugiro exemplifique como essa ação vai beneficiar as comunidades. Vou levar tecnologia de informação e comunicação para a comunidade tal...isso vai proporcionar inserção social...(como), que impacto isso vai trazer com relação ao analfabetismo, baixa escolaridade, melhoria da renda per capta etc... Grande abraço!
12 comentários:
Olá, galera!
Parabéns, Daniel, o blog ficou suuuuuper bacana!
Em breve vamos fazer este blog bombar!!
Um abraço!
Vamos reforçar o Convite de Participação a todos. Aguardo o cumprimento da primeira etapa: Elaboração da Justificativa para CATIS.
Professora do céu, tô garrada aqui mas vou mandar, ok?
Bj
Olá pessoal acordei, estou passando por uma grande prestação de contas parcial de convênios (estadual) e outros antigos que tenho para preparar projetos, e estou sozinho, mais vai dar tudo certo.
Quanto ao blog, nunca participei de um, mais vou tentar com a minha ignorancia ajudar em alguma coisa e aproveitar pedir ajuda.
Abraços e beijos, espero encontra-los novamente.
Sérgio (Madu)
Justificativa
Sinônimo de local isolado, formado por escravos negros fugidos, é a primeira ideia que vem à mente quando se pensa em quilombo. Esta visão consagrada pela “história oficial” permanece incrustada no senso comum, que ocasiona, mesmo passados mais de cem anos do fim da escravidão no País, tamanho espanto quando se fala sobre comunidades quilombolas existentes, conhecidas como “comunidades remanescentes de quilombos”.
Fruto da luta do movimento negro, a questão quilombola passou a fazer parte da agenda das políticas públicas principalmente com a promulgação da Constituição Federal de 1988, que em seu Artigo 68 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT) diz: “Aos remanescentes das comunidades dos quilombos que estejam ocupando suas terras é reconhecida a propriedade definitiva, devendo o Estado emitir-lhes os respectivos títulos.”. A publicação desta redação promoveu um acalorado debate sobre o conceito de remanescente de quilombo, o que levou a Associação Brasileira de Antropologia (ABA) a divulgar, em 1994, um documento elaborado pelo Grupo de Trabalho sobre Comunidades Negras Rurais em que se define o termo “remanescente de quilombo” da seguinte forma:
“Contemporaneamente, portanto, o termo não se refere a resíduos ou resquícios arqueológicos de ocupação temporal ou de comprovação biológica. Também não se trata de grupos isolados ou de uma população estritamente homogênea. Da mesma forma nem sempre foram constituídos a partir de movimentos insurrecionais ou rebelados, mas, sobretudo, consistem em grupos de desenvolveram práticas de resistência na manutenção e reprodução de seus modos de vida característicos num determinado lugar.”
Assim, pode-se dizer que comunidades remanescentes de quilombo são grupos sociais cuja identidade étnica os distingue do restante da sociedade, como pode ser observado em algumas delas que há um linguajar diferenciado, usado somente naquela localidade.
Historicamente, as comunidades remanescentes de quilombo passaram por um processo de marginalização e exclusão social, ficando o Estado ausente de suas funções. Neste contexto se incluem as comunidades remanescentes de quilombos “Cariacá” e “Cabeça de Vaca”, situadas na zona rural do município de Senhor do Bonfim a 376 km de Salvador – BA. As 50 famílias das duas comunidades são descendentes de escravos que trabalhavam no garimpo de ouro e pedras preciosas de Jacobina.
O processo histórico de marginalização pode ser constatado no alto índice de analfabetismo, baixo grau de escolaridade e de renda per capita da comunidade. Neste sentido, as ações do Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT) vem de encontro com as necessidades das comunidades “Cariacá” e “Cabeça de Vaca” através da transferência de recursos orçamentários e financeiros para a implantação de Centros de Acesso a Tecnologia (CATIS) e outras formas de contribuir para a efetiva difusão da ciência e na implementação de ferramentas de informática.
É vital, no mundo moderno, usufruir das oportunidades que as tecnologias de informação e comunicação têm a oferecer para promover o desenvolvimento econômico, social e cultural. Faz-se necessária a transposição da enorme distância que existe entre aqueles que têm acesso aos benefícios do uso das tecnologias de informação e comunicação dos que não tem a acesso a esses recursos e todas as demais oportunidades que dele se originam.
Essa é uma das muitas missões do MCT: concretizar a oferta dos meios, instrumentos e facilidades para que a população excluída participe efetivamente do processo de inclusão social, objetivando a redução das desigualdades regionais verificadas ao longo do território nacional, bem como a melhoria da qualidade de vida da população, através da difusão e a apropriação do conhecimento pela comunidades.
Atenção todos: por favor comentem a justificativa lançada por mim! Sejam sinceros, ok? Nada de rodeios,vamos ao que interessa: o aprendizado!
Um abraço!
Oi minina tudo bem? Com relação a sua justificativa, sugiro exemplifique como essa ação vai beneficiar as comunidades. Vou levar tecnologia de informação e comunicação para a comunidade tal...isso vai proporcionar inserção social...(como), que impacto isso vai trazer com relação ao analfabetismo, baixa escolaridade, melhoria da renda per capta etc...
Grande abraço!
Oi minina tudo bem? Com relação a sua justificativa, sugiro exemplifique como essa ação vai beneficiar as comunidades. Vou levar tecnologia de informação e comunicação para a comunidade tal...isso vai proporcionar inserção social...(como), que impacto isso vai trazer com relação ao analfabetismo, baixa escolaridade, melhoria da renda per capta etc...
Grande abraço!
Olá pessoal!!!!
Infelizmente estou numa turbulencia. Mas é muito bacana está aqui junto de vcs.
Parabéns ai, todos
Oi Thaís, qual a sistemátima que atende esta demanda da justificativa?
Uai? Era para ser do Catis... Pela pergunta estou vendo que passei longe, né? rsss
Tem que ser mais suscinta, né? Menos historinha, mais objetividade?
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